Eclesiastes 1:1Narrador da molduraComentário da molduraTexto bíblicoConfiança alta O livro apresenta-se como as palavras de Coélet, filho de Davi, rei em Jerusalém.
Palavras do Pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.
Modo: O título
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▸Evidência(2)
Palavras do Pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.
Limites: O título dá uma descrição, não um nome. Não identifica Coélet com Salomão, e o atlas não o lê como se o fizesse.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Eclesiastes 1:2Narrador da molduraComentário da molduraTexto bíblicoConfiança alta A voz da moldura anuncia o lema do livro: vapor de vapores, tudo é vapor.
Futilidade das futilidades! - diz o Pregador - futilidade das futilidades! Tudo é fútil!
Modo: Que proveito há?
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
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▸Evidência(3)
Futilidade das futilidades! - diz o Pregador - futilidade das futilidades! Tudo é fútil!
Limites: É a moldura a falar de Coélet na terceira pessoa, não a conclusão do próprio Coélet, e o hevel hebraico é uma imagem, não um veredicto moral.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Coélet pergunta que yitron — excedente, o que sobra — uma pessoa tira de todo o seu trabalho debaixo do sol.
Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?
Modo: Que proveito há?
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 2:11 · 3:9 · 5:13-17
▸Evidência(2)
Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?
Limites: Uma pergunta, não uma resposta. O livro negará que haja yitron debaixo do sol sem negar que a sabedoria tenha vantagem sobre a tolice.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
As gerações, o sol, o vento e os rios movem-se sem cessar, e nenhum chega a lugar algum.
Geração vai, e geração vem; porém a terra permanece para sempre.
Modo: Que proveito há?
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▸Evidência
Limites: Uma imagem de movimento incessante, não uma afirmação cosmológica. Nada diz sobre se esse movimento carece de sentido.
Tudo é cansativo; o olho não se farta de ver, nem o ouvido se enche de ouvir.
Todas estas coisas são tão cansativas, que ninguém consegue descrever; os olhos não ficam satisfeitos de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
Modo: Que proveito há?
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▸Evidência
Limites: Uma afirmação sobre o apetite humano, não sobre os objetos dele.
Não há nada de novo debaixo do sol, e não fica memória duradoura do que foi nem do que virá.
O que foi, isso será; e o que se fez, isso será feito; de modo que nada há de novo abaixo do sol.
Modo: Que proveito há?
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▸Evidência
Limites: «Nada de novo» é posto no quadro do que é observável debaixo do sol; a afirmação trata da recorrência e da memória, não da impossibilidade da novidade enquanto tal.
Coélet relata que foi rei em Jerusalém e que se dispôs a investigar tudo o que se faz debaixo do céu — trabalho penoso, diz ele, que Deus deu aos homens para nele se ocuparem.
Eu o Pregador, me tornei rei sobre Israel em Jerusalém.
Modo: A grande experiência
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▸Evidência(2)
Eu o Pregador, me tornei rei sobre Israel em Jerusalém.
Limites: O passado de «fui rei» foi lido tanto como retrospeção simples como como sinal de que a voz real é adotada; o atlas regista a disputa em vez de a resolver.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
O seu primeiro veredicto sumário: todas as obras que se fazem debaixo do sol são hevel e correr atrás do vento.
Vi todas as obras que são feitas abaixo do sol, e eis que tudo é futilidade e aflição de espírito.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 2:11 · 2:17-19
▸Evidência
Limites: Um veredicto sobre a investigação até esse ponto, delimitado de forma explícita ao que se faz debaixo do sol.
O que é torto não se pode endireitar, e o que falta não se pode contar.
O que é torto não pode ser endireitado; o que está em falta não pode ser contado.
Modo: A grande experiência
Afirmações relacionadas: 7:13-14
▸Evidência
Limites: Um provérbio sobre limites, citado sem explicação do que é a torcedura.
Adquiriu grande sabedoria e conhecimento — e descobriu que quem aumenta a sabedoria aumenta a dor.
Eu falei ao meu coração, dizendo: Eis que eu me tornei grande, e aumentei em sabedoria, sobre todos os que tinham sido antes de mim em Jerusalém; e meu coração experimentou uma abundância de sabedoria e conhecimento.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo · Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 2:12-14 · 7:23-25
▸Evidência
Limites: O achado é sobre o custo de compreender, não uma recomendação contra compreender; o mesmo livro dirá que a sabedoria excede a tolice.
Testou deliberadamente o prazer e a alegria, e declarou o riso loucura e o prazer sem utilidade.
Disse eu em meu coração: Vamos! Eu te provarei com alegria, por isso dá atenção ao que é bom! Porém eis que isto também era futilidade.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 2:3-8 · 7:1-4
▸Evidência
Limites: É o veredicto sobre o prazer como experiência para achar ganho duradouro, não sobre o desfrute enquanto tal — que esse mesmo capítulo passa a recomendar.
Entregou-se ao vinho enquanto guiava o coração com sabedoria, e construiu casas, plantou vinhas, fez hortas e tanques, e adquiriu servos, gados, prata, ouro e cantores.
Decidi como experiência entregar minha carne ao vinho (guiando porém meu coração com sabedoria) e praticar a loucura, para eu ver o que era melhor aos filhos dos homens fazerem abaixo do céu durante os dias de suas vidas.
Modo: A grande experiência
Afirmações relacionadas: 2:9-10 · 2:11
▸Evidência(1)
Limites: Um catálogo de escala, relatado como método e não como gabarolice; o atlas trata-o como o aparato da experiência.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Tornou-se grande mais do que todos os que o precederam em Jerusalém, não negou aos olhos nada do que desejaram, e diz que o coração se alegrou de todo o seu trabalho — esta foi a sua porção.
Então me engrandeci e aumentei, mais do que todos quantos houve antes de mim em Jerusalém; além disto minha sabedoria ficou comigo.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
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▸Evidência
Limites: A alegria é aqui reclamada como tomada e não como recebida; é a única passagem de desfrute do livro sem linguagem de dádiva anexada.
Ao olhar para tudo o que fizera e para o trabalho que lhe custara, achou que tudo era hevel e que não havia yitron debaixo do sol.
E eu olhei para todas as obras que minhas mãos fizeram, como também para o trabalho ao qual me dispus a trabalhar; e eis que tudo era fútil como perseguir o vento, e que não havia proveito algum abaixo do sol.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria · Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
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▸Evidência
Limites: Um veredicto sobre o seu próprio projeto, delimitado de forma explícita ao que há debaixo do sol, e alcançado no fim de uma experiência e não como axioma de partida.
A sabedoria excede a tolice como a luz excede as trevas: o sábio tem os olhos na cabeça, o tolo anda nas trevas.
Então passei a observar a sabedoria, as loucuras e a tolice; porque o que o homem pode fazer depois do rei, que já não tenha sido feito?
Modo: A grande experiência
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo · Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
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▸Evidência(1)
Então eu vi que a sabedoria é melhor do que a tolice, assim como a luz é melhor do que as trevas.
Limites: A vantagem é real e é enunciada aqui sem ressalvas; a ressalva chega nos versículos seguintes, não neste.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
O mesmo acontecimento sucede ao sábio e ao tolo, e de nenhum dos dois fica memória depois; então, diz ele, para que fui eu mais sábio?
Por isso eu disse em meu coração: Assim como acontece ao tolo, também acontecerá a mim; por que então eu me tornei mais sábio? Então disse em meu coração que isto também era inútil.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo
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▸Evidência(1)
Porque não haverá lembrança para sempre, nem do sábio, nem do tolo; porque de tudo quanto agora há, nos dias futuros será esquecido; e o sábio morre assim como o tolo.
Limites: Uma queixa levantada contra a vantagem que acabou de afirmar. Lida sozinha, cancela 2:13; lida com ela, delimita-a.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Veio a odiar a vida e a odiar o seu trabalho, porque tinha de deixar o que construíra a um sucessor que podia ser sábio ou tolo.
Por isso detestei a vida, porque a obra que é feita abaixo do sol me faz sofrer; pois tudo é fútil como perseguir o vento.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar · Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
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▸Evidência
Limites: O ódio é relatado como reação a um problema concreto — a perda de controlo sobre os desfechos — e não como disposição assente perante a existência.
Uma pessoa pode trabalhar com sabedoria e destreza e deixar tudo a quem nele não trabalhou; os seus dias são dores e o seu coração não descansa de noite.
Por isso eu fiz meu coração perder a esperança de todo o meu trabalho em que trabalhei abaixo do sol.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar
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▸Evidência
Limites: O agravo é a transmissão sem merecimento, que é uma injustiça concreta e não um veredicto geral sobre o trabalho.
Não há coisa melhor para o homem do que comer, beber e achar bem no seu trabalho — e isto, diz ele, vem da mão de Deus.
Não há nada melhor ao homem do que comer, beber, e fazer sua alma se alegrar de seu trabalho; eu também vi que isto vem da mão de Deus.
Modo: A grande experiência
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria · Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar
Afirmações relacionadas: 3:12-13 · 5:18-20 · 8:15 · 9:7-9
▸Evidência(2)
Não há nada melhor ao homem do que comer, beber, e fazer sua alma se alegrar de seu trabalho; eu também vi que isto vem da mão de Deus.
Limites: «Não há coisa melhor» é uma recomendação dentro do quadro que acabou de descrever, não a afirmação de que o problema ficou respondido; e o que recomenda é recebido, não conquistado.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Tudo tem o seu tempo: catorze tempos emparelhados, do nascer e do morrer até à guerra e à paz.
Para todas as coisas há um tempo determinado, e todo propósito abaixo do céu tem seu tempo.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 3:9 · 3:10-11 · 8:6-8
▸Evidência(1)
Limites: O poema enumera tempos sem dizer quem os atribui nem como há de uma pessoa saber em que tempo se encontra.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Repete a pergunta com que o livro abre: que proveito tem quem trabalha do seu esforço?
Que proveito tem o trabalhador naquilo em que ele trabalha?
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 1:3 · 2:11
▸Evidência
Limites: A pergunta é repetida, não respondida, e está delimitada ao proveito e não ao valor.
Deus fez tudo formoso no seu tempo e pôs olam no coração humano — e, com tudo isso, ninguém alcança compreender a obra que Deus faz do princípio ao fim.
Tenho visto a ocupação que Deus deu aos filhos dos homens, para com ela os manter ocupados.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 8:16-17 · 11:3-6
▸Evidência(2)
Tudo ele fez belo ao seu tempo; também pôs a sensação de eternidade no coração deles, sem que o homem consiga entender a obra que Deus fez, desde o princípio até o fim.
Limites: O que olam significa aqui está realmente em aberto: eternidade, o mundo, um sentido de duração, ou outra coisa. O atlas regista as leituras e não adota nenhuma.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Não há coisa melhor do que alegrar-se e fazer o bem, e que todo homem coma, beba e desfrute do bem do seu trabalho — é dádiva de Deus.
Tenho percebido que não há coisa melhor para eles do que se alegrarem e fazerem o bem em suas vidas;
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
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▸Evidência(1)
E também que todo homem coma, beba e fique contente com todo o seu trabalho; isto é um presente de Deus.
Limites: Enunciado como achado sobre o que está disponível, com a linguagem de dádiva explícita. Não pretende que o desfrute possa ser assegurado ou conservado.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Tudo o que Deus faz permanece para sempre, sem que se lhe possa acrescentar ou tirar — e Deus assim o faz para que os homens temam diante dele.
Eu sei que tudo quanto Deus faz durará para sempre; a isso nada será acrescentado e nada será diminuído; e Deus faz assim para que haja temor perante sua presença.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos — não sejas demasiado justo
Afirmações relacionadas: 5:1-3 · 12:13-14
▸Evidência
Limites: Uma afirmação teológica na voz do próprio Coélet, e um dos lugares em que a linguagem do livro sobre Deus se situa dentro da sua seção mais sombria.
O que foi, já é, e o que há de ser, já foi.
O que tem sido agora, já foi antes; e o que vier a ser também já foi; Deus busca de volta o que foi passado.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 1:9-11
▸Evidência
Limites: Uma reformulação de 1:9, sem mais explicação acrescentada.
Viu perversidade no lugar do juízo — e disse no seu coração que Deus julgará o justo e o perverso, porque há um tempo para todo propósito.
Vi mais abaixo do sol: que no lugar do juízo havia ali perversidade; e que no lugar da justiça havia ali perversidade.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa
Afirmações relacionadas: 4:1-3 · 8:9-13 · 8:14 · 12:13-14
▸Evidência(2)
Vi mais abaixo do sol: que no lugar do juízo havia ali perversidade; e que no lugar da justiça havia ali perversidade.
Eu disse em meu coração: Deus julgará ao justo e ao perverso, porque ali há tempo para todo propósito e para toda obra.
Limites: A observação e a expectativa ficam lado a lado sem calendário; o livro nunca diz quando o julgamento acontece.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Os homens e os animais partilham um mesmo fôlego e um mesmo acontecimento, e ninguém sabe se o espírito do homem sobe para cima e o do animal desce para baixo.
Eu disse em meu coração quanto aos filhos dos homens, que Deus lhes provaria, para lhes mostrar que eles são como animais.
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Quem sabe se o espírito sobe — e o espírito volta a Deus · Os mortos nada sabem — e toda obra entra em juízo
Afirmações relacionadas: 9:1-3 · 12:1-7
▸Evidência(2)
Quem tem certeza de que o fôlego de vida dos homens sobe para cima, e que o fôlego de vida dos animais desce para debaixo da terra?
Limites: É uma pergunta sobre o que alguém pode saber, não uma negação. Lê-la como doutrina sobre a vida depois da morte vai muito além do que o versículo diz, e 12:7 fala de outro modo.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas próprias obras, porque esta é a sua porção.
Por isso tenho visto que não há coisa melhor do que o homem se alegrar de suas obras, porque essa é a parte que lhe pertence; pois quem pode levá-lo a ver o que será depois de sua morte ?
Modo: O tempo, os limites e a obra de Deus
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 2:24-26 · 5:18-20 · 9:7-9
▸Evidência
Limites: A razão dada é que ninguém lhe pode mostrar o que virá depois — o desfrute é recomendado por causa do limite, e não apesar dele.
Viu as opressões que se fazem debaixo do sol, as lágrimas dos oprimidos sem consolador, a força do lado dos opressores — e louvou os mortos acima dos vivos, e o que nunca nasceu acima de ambos.
Depois me virei, e observei todas as opressões que são feitas abaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos oprimidos, que não tinham consolador; a força estava do lado dos seus opressores, porém eles não tinham quem os consolasse.
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa · Melhor o dia da morte — melhor um cão vivo
Afirmações relacionadas: 3:16-17 · 5:8-9 · 8:9-13
▸Evidência(1)
Depois me virei, e observei todas as opressões que são feitas abaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos oprimidos, que não tinham consolador; a força estava do lado dos seus opressores, porém eles não tinham quem os consolasse.
Limites: Um protesto perante um horror concreto, num registro retórico que o próprio livro inverte depois em 9:4. Não é uma doutrina do desespero.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Todo trabalho e toda excelência de obras nascem da inveja do homem contra o seu próximo.
Também vi eu que todo o trabalho, e toda a habilidade em obras, causa ao homem a inveja de seu próximo; também isto é fútil como perseguir o vento.
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Afirmações relacionadas: 4:5-6 · 2:20-23
▸Evidência
Limites: Uma generalização sobre o motivo, oferecida como observação; esse mesmo capítulo recomenda a companhia e o trabalho partilhado.
O tolo cruza as mãos e consome-se — e, no entanto, melhor é uma mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho e aflição.
O tolo junta suas mãos, e come sua própria carne.
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Afirmações relacionadas: 4:4 · 6:7-9
▸Evidência
Limites: Duas sentenças sustentadas em conjunto: a ociosidade destrói e o excesso também. Nenhuma é oferecida como o conselho completo.
Viu um homem sozinho, sem filho nem irmão, cujos olhos nunca se fartavam de riquezas, a perguntar para quem trabalhava e privava a sua alma do bem.
Então eu me voltei, e vi uma futilidade abaixo do sol:
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Afirmações relacionadas: 4:9-12 · 5:10-12
▸Evidência(1)
Limites: A pergunta é do próprio homem, citada por Coélet. É evidência do que ele observou, não uma afirmação de Coélet.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Melhores são dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho, podem levantar-se um ao outro, aquecer-se e resistir ao que um sozinho não resiste.
Dois são melhores do que um, porque eles têm melhor recompensa por seu trabalho.
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Afirmações relacionadas: 4:7-8 · 9:7-9
▸Evidência
Limites: Uma das recomendações menos ressalvadas do livro — e ainda assim formulada em termos de vantagem prática e não de sentido.
Melhor é o jovem pobre e sábio do que o rei velho e tolo que já não aceita conselho — e, contudo, a multidão que seguiu o sucessor também não se alegrará nele.
Melhor é o garoto pobre e sábio, do que o rei velho e tolo, que não aceita mais receber advertência.
Modo: Opressão, rivalidade e companhia
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo
Afirmações relacionadas: 9:13-16 · 2:15-16
▸Evidência
Limites: A aplicação da sentença fica em aberto, e a identidade das figuras não é especificada em lugar algum do texto.
Guarda o teu pé quando fores à casa de Deus; chega-te mais para ouvir do que para oferecer o sacrifício dos tolos; não te precipites com a tua boca, porque Deus está no céu e tu sobre a terra.
Guarda teu pé, quando entrares na casa de Deus, e prefira te achegares para ouvir do que para dar sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Afirmações relacionadas: 5:4-7 · 3:14
▸Evidência(1)
Limites: Conselho de contenção diante de Deus; prescreve menos palavras, não menos aproximações.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Paga o que prometes — melhor é não prometer do que prometer e não pagar — e na multidão de sonhos e de palavras, teme a Deus.
Quando tu prometeres cumprir algum voto a Deus, não demores em pagá-lo; porque ele não se agrada de tolos. Paga o que votares.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos — não sejas demasiado justo
Afirmações relacionadas: 5:1-3 · 12:13-14
▸Evidência
Limites: O temor de Deus funciona aqui como alternativa ao falar descuidado, não como resumo do livro.
Se vires a opressão do pobre e a perversão do direito numa província, não te admires: um oficial vigia outro, e sobre eles há outros mais altos.
Se tu vires em algum território a opressão dos pobres, e a violência contra o direito e a justiça, não te maravilhes de tal caso; porque aquele que tem maior autoridade supervisiona as outras autoridades menores; e há outros de ainda maior autoridade que eles.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa
Afirmações relacionadas: 4:1-3 · 3:16-17
▸Evidência
Limites: A sintaxe e o sentido da passagem são discutidos, e ela fica sem dizer se essa vigilância escalonada remedeia o problema ou o agrava.
Quem ama o dinheiro não se fartará de dinheiro; quando aumentam os bens, aumentam também os que os consomem; e o sono do trabalhador é doce, coma pouco ou coma muito.
Aquele que amar o dinheiro, nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a riqueza, nunca se fartará com seus bens; isto também é futilidade.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Afirmações relacionadas: 5:13-17 · 6:7-9 · 1:8
▸Evidência(1)
Aquele que amar o dinheiro, nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a riqueza, nunca se fartará com seus bens; isto também é futilidade.
Limites: Uma observação sobre o apetite e sobre o sono, não uma proibição da riqueza — que as passagens seguintes tratam como algo que Deus pode dar.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Riquezas guardadas pelo dono para seu próprio mal, perdidas num mau negócio, sem deixar nada para transmitir: como veio, assim vai; e que proveito há em trabalhar para o vento?
Há um mal causador de sofrimentos que vi abaixo do sol: as riquezas que seus donos guardam para seu próprio mal.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar
Afirmações relacionadas: 2:17-19 · 6:1-2
▸Evidência
Limites: O caso descrito é concreto — riquezas perdidas — e a conclusão é tirada dele e não da riqueza enquanto tal.
É bom e conveniente comer, beber e desfrutar do bem do próprio trabalho: Deus dá as riquezas, Deus dá a faculdade de comer delas e de tomar a própria porção, e Deus responde ao homem com a alegria do seu coração.
Eis o que eu vi, algo bom e belo: comer, beber, e experimentar o que é bom de todo o seu trabalho em que trabalhou abaixo do sol, durante os dias de sua vida, que Deus lhe deu; porque isto é a parte que lhe pertence.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria · Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar
Afirmações relacionadas: 2:24-26 · 3:12-13 · 6:1-2
▸Evidência(1)
E todo homem a quem Deus deu riquezas e bens, e lhe deu poder para comer delas, e tomar sua parte, e se alegrar de seu trabalho; isto é presente de Deus.
Limites: A linguagem de dádiva mais clara do livro — e precisamente porque a faculdade de desfrutar é descrita como dada, a passagem não põe o desfrute sob o controlo de ninguém.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Um homem a quem Deus dá riquezas, bens e honra, de modo que nada lhe falta do que deseja — e Deus não lhe dá faculdade de comer disso, e um estranho o come.
Há um mal que vi abaixo do sol, e é muito frequente entre os homens:
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Desfruta do teu trabalho — que não podes conservar · Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 5:18-20 · 5:13-17
▸Evidência
Limites: O inverso exato de 5:19, e a razão pela qual as passagens de desfrute não podem ser lidas como uma técnica. Descreve um caso, não uma regra sobre quem recebe o quê.
Um homem poderia ter cem filhos e muitos anos, e se a sua alma não se farta do bem e ele não recebe sepultura, melhor está o nascido morto do que ele.
Se o homem gerar cem filhos , e viver muitos anos, e os dias de seus anos forem muitos, porém se sua alma não se fartar daquilo que é bom, nem tiver sepultamento, digo que ter sido abortado teria sido melhor para ele.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Melhor o dia da morte — melhor um cão vivo
Afirmações relacionadas: 4:1-3 · 7:1-4
▸Evidência
Limites: Uma sentença comparativa no registro mais duro que o livro usa; 9:4 declara a preferência contrária, e ambas estão no conjunto de dados.
Todo o trabalho do homem é para a sua boca, e ainda assim o apetite não se sacia; melhor é a vista dos olhos do que o vaguear do desejo.
Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Afirmações relacionadas: 1:8 · 5:10-12
▸Evidência
Limites: Uma sentença de «melhor é» sobre a atenção, não a afirmação de que o desejo seja ilegítimo.
O que existe já recebeu nome, e ninguém pode contender com quem é mais forte — quem sabe o que é bom para o homem nesta vida fugaz, ou o que haverá depois dele debaixo do sol?
Seja o que for, seu nome já foi chamado; e já se sabe o que o homem é; e que não pode disputar contra aquele que é mais poderoso do que ele.
Modo: Diante de Deus, e acerca do dinheiro
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 8:16-17 · 3:10-11
▸Evidência
Limites: Perguntas de fecho, colocadas como sem resposta dentro do quadro em que o livro trabalha.
Melhor é a boa fama do que o bom unguento, e o dia da morte do que o do nascimento; melhor é ir à casa do luto do que à do banquete, porque aquele é o fim de todos os homens.
Melhor é uma boa reputação do que o bom óleo perfumado; e o dia da morte de alguém é melhor que o dia de seu nascimento
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Melhor o dia da morte — melhor um cão vivo
Afirmações relacionadas: 6:3-6 · 9:4-6 · 2:1-2
▸Evidência(1)
Melhor é uma boa reputação do que o bom óleo perfumado; e o dia da morte de alguém é melhor que o dia de seu nascimento
Limites: Uma sequência de sentenças de «melhor é» sobre o que ensina, não uma preferência pela morte; a razão dada é didática.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que a canção dos tolos — o riso do tolo é como o crepitar dos espinhos debaixo da panela.
Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que alguém ouvir a canção dos tolos;
Modo: A sabedoria sob incerteza
Afirmações relacionadas: 7:1-4 · 10:12-15
▸Evidência
Limites: O alvo é o riso vazio, não a alegria; esse mesmo livro recomenda o coração alegre em 9:7.
A opressão faz insensato o sábio; melhor é o fim de uma coisa do que o seu princípio; não te apresses a irar-te; não perguntes por que os dias passados foram melhores do que estes.
Verdadeiramente a opressão faz até o sábio enlouquecer, e o suborno corrompe o coração.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Afirmações relacionadas: 4:1-3 · 1:9-11
▸Evidência
Limites: Conselho prático, incluindo uma advertência contra a nostalgia que assenta mal num livro que se lê como nostálgico.
Boa é a sabedoria com herança, e proveitosa para os que veem o sol: é escudo como o dinheiro é escudo, e a sua excelência está em dar vida a quem a possui.
Boa é a sabedoria com a herança; e proveito há para os que veem ao sol;
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa · A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo
Afirmações relacionadas: 2:12-14 · 9:17-18 · 10:8-11
▸Evidência(1)
Porque a sabedoria serve de proteção, assim como o dinheiro serve de proteção; mas a maior vantagem do conhecimento é que a sabedoria dá vida aos que a possuem.
Limites: Uma das afirmações positivas mais fortes do livro sobre a sabedoria, e usa o mesmo vocabulário de yitron que a pergunta inicial negava debaixo do sol.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Considera a obra de Deus: quem poderá endireitar o que ele torceu? No dia do bem goza do bem, e no dia da adversidade considera — Deus pôs um diante do outro para que o homem nada ache depois de si.
Observa a obra de Deus, pois quem poderá endireitar o que ele entortou?
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 1:15 · 3:10-11 · 11:3-6
▸Evidência(1)
No dia da prosperidade, alegra-te; mas no dia da adversidade, considera; pois Deus faz um em contraposição ao outro, para que o homem não consiga descobrir o que haverá depois dele.
Limites: O conselho é considerar, não explicar; o propósito declarado dessa disposição é que o futuro fique oculto.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Viu o justo que perece na sua justiça e o perverso que prolonga a vida na sua maldade — por isso, diz ele, não sejas demasiado justo, nem sejas demasiado perverso: quem teme a Deus sai bem de ambas as coisas.
Tudo isto vi nos meus dias de futilidade: há justo que perece em sua justiça, e há perverso que prolonga sua vida em sua maldade.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa · Teme a Deus e guarda os seus mandamentos — não sejas demasiado justo
Afirmações relacionadas: 8:14 · 9:1-3 · 3:16-17
▸Evidência(2)
Tudo isto vi nos meus dias de futilidade: há justo que perece em sua justiça, e há perverso que prolonga sua vida em sua maldade.
Limites: Contra o que adverte «demasiado justo» está realmente em disputa — escrupulosidade autodestrutiva, presunção de justiça, ou outra coisa — e o atlas não escolhe.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
A sabedoria fortalece o sábio mais do que dez poderosos de uma cidade; não há homem justo na terra que faça o bem e nunca peque; e o teu próprio coração sabe que também tu amaldiçoaste outros.
A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez homens de autoridade que estejam na cidade.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 7:11-12 · 9:17-18
▸Evidência
Limites: A universalidade da falha é enunciada de passagem, como fundamento para não atender a toda palavra que se diga contra ti.
Diz que provou tudo isto com sabedoria e disse «serei sábio» — mas a sabedoria estava longe dele; o que está longe e muito profundo, quem o achará?
Tudo isto investiguei com sabedoria. Eu disse: Terei para mim mais sabedoria;porém ela ficava ainda mais longe de mim.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 1:16-18 · 8:16-17
▸Evidência(1)
Tudo isto investiguei com sabedoria. Eu disse: Terei para mim mais sabedoria;porém ela ficava ainda mais longe de mim.
Limites: Uma admissão de fracasso pelo próprio investigador do livro, e a passagem mais frequentemente omitida nos resumos do que Eclesiastes conclui.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Relata ter achado algo mais amargo do que a morte, uma busca que deu com um entre mil, e a conclusão de que Deus fez o homem reto, mas eles buscaram muitas astúcias.
E eu encontrei uma coisa mais amarga que a morte: a mulher cujo coração são redes e armadilhas, e suas mãos são amarras; quem for bom perante Deus escapará dela; mas o pecador ficará preso nela.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Afirmações relacionadas: 7:23-25 · 1:2
▸Evidência(2)
Limites: Esta passagem está entre as mais contestadas do livro, incluindo se as linhas mais duras são a posição do próprio Coélet ou uma opinião que ele relata. O atlas regista-a como disputada e não a decide.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Quem é como o sábio? Guarda o mandamento do rei; não te apresses a sair da sua presença; quem guarda o mandamento não experimentará mal algum, e o coração sábio discerne o tempo e o juízo.
Quem é semelhante ao sábio? E quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz seu rosto brilhar, e a dureza de seu rosto é alterada.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Afirmações relacionadas: 10:4-7 · 10:16-20
▸Evidência
Limites: Conselho de corte sobre a prudência sob o poder. «Não experimentará mal algum» é uma máxima, não uma garantia — 8:14 enuncia a exceção poucos versículos depois.
Todo propósito tem o seu tempo e juízo, e o mal do homem é grande sobre ele porque não sabe o que há de ser — ninguém tem poder sobre o espírito, nem sobre o dia da morte.
Porque para todo propósito há uma hora e uma maneira correta ; por isso o mal do homem é muito sobre ele:
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 3:1-8 · 9:11-12 · 12:1-7
▸Evidência(1)
Não há homem nenhum que tenha domínio sobre o espírito, para reter ao espírito; nem tem domínio sobre dia da morte, nem meios de escapar d esta guerra; nem a perversidade livrará a seus donos.
Limites: O limite nomeado é o do conhecimento e o do poder sobre a morte; nada se diz aqui do que está para além dela.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Viu um homem dominar outro para seu próprio mal, e os perversos sepultados e esquecidos na cidade onde assim agiram — porque não se executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos homens está disposto a fazer o mal; e, contudo, bem irá aos que temem a Deus.
Tudo isto vi quando fiz coração considerar toda obra que se faz abaixo do sol: há um tempo em que um homem passa a dominar outro homem, para sua própria ruína.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa
Afirmações relacionadas: 8:14 · 3:16-17 · 12:13-14
▸Evidência(3)
Dado que o julgamento pela obra má não é feito imediatamente, por causa disso o coração dos filhos dos homens está cheio de vontade neles, para fazer o mal.
Ainda que um pecador faça o mal cem vezes e sua vida se prolongue, mesmo assim eu sei, que as coisas boas acontecerão aos que temem a Deus, aos que temerem diante da sua face.
Limites: Observação e expectativa são colocadas lado a lado sem conciliação, e 8:14 replanteia o problema de imediato.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Há um hevel que se faz sobre a terra: justos a quem sucede conforme a obra dos perversos, e perversos a quem sucede conforme a obra dos justos.
Há outra futilidade que é feita sobre a terra: que há justos a quem acontece conforme as obras dos perversos, e há perversos a quem acontece conforme as obras dos justos. Digo que isso também é futilidade.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa
Afirmações relacionadas: 7:15-18 · 9:1-3 · 3:16-17
▸Evidência(1)
Há outra futilidade que é feita sobre a terra: que há justos a quem acontece conforme as obras dos perversos, e há perversos a quem acontece conforme as obras dos justos. Digo que isso também é futilidade.
Limites: É a formulação mais aguda do problema da injustiça no livro, e não é retirada em parte alguma. O conjunto de dados classifica-a como absurda e enigmática, não como simplesmente fútil.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Por isso louvou a alegria: não há coisa melhor para o homem debaixo do sol do que comer, beber e alegrar-se, e isso lhe ficará do seu trabalho nos dias que Deus lhe der.
Assim elogiei a alegria, pois o homem não tem nada melhor abaixo do sol do que comer, beber e se alegrar; que isso acompanhe seu trabalho nos dias de sua vida, que Deus lhe dá abaixo do sol.
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 2:24-26 · 5:18-20 · 9:7-9
▸Evidência
Limites: A recomendação segue-se de imediato a 8:14 — é o que ele diz perante a inversão, não a afirmação de que a inversão fique resolvida.
Quando aplicou o coração a conhecer a sabedoria, viu que ninguém pode alcançar a obra que se faz debaixo do sol: por mais que o homem trabalhe a procurá-la, não a achará, e nem sequer o sábio que diz conhecê-la conseguirá encontrá-la.
Enquanto entregava meu coração a entender a sabedoria, e ver a ocupação que é feita abaixo do sol (ainda que nem de dia, nem de noite, o homem veja sono em seus olhos),
Modo: A sabedoria sob incerteza
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 3:10-11 · 7:23-25 · 11:3-6
▸Evidência(1)
Então vi toda a obra de Deus, que o homem não pode compreender a obra que é feita abaixo do sol; mesmo que o homem trabalhe para a buscar, ele não a encontrará; ainda que o sábio diga que a conhece, ele não pode compreendê -la .
Limites: A afirmação trata dos limites do achar, enunciada de forma explícita debaixo do sol, e visa tanto a sabedoria segura de si como a ignorância.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Os justos e os sábios e as suas obras estão na mão de Deus; ninguém sabe se é amor ou ódio o que o espera; um mesmo acontecimento sucede a todos, e isto é um mal em tudo o que se faz debaixo do sol.
Por isso fiz meu coração considerar todas estas coisas, para entender com clareza tudo isto: que os justos, e os sábios, e suas obras, estão nas mãos de Deus; até o amor e o ódio, o homem nada sabe o que há à sua frente.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo · Os mortos nada sabem — e toda obra entra em juízo
Afirmações relacionadas: 2:15-16 · 3:18-21 · 8:14
▸Evidência(2)
Por isso fiz meu coração considerar todas estas coisas, para entender com clareza tudo isto: que os justos, e os sábios, e suas obras, estão nas mãos de Deus; até o amor e o ódio, o homem nada sabe o que há à sua frente.
Tudo acontece de modo semelhante a todos; o mesmo acontece ao justo e ao perverso; ao bom e ao puro, assim como ao impuro; tanto ao que sacrifica, como ao que não sacrifica; tanto ao bom, como ao pecador; ao que jura, assim como ao que teme fazer juramento.
Limites: «Na mão de Deus» e «um mesmo acontecimento a todos» são enunciados de um só fôlego. A passagem protesta contra o nivelamento sem negar a mão.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Melhor é cão vivo do que leão morto, porque os vivos sabem que hão de morrer e os mortos nada sabem — já não têm paga, a sua memória fica esquecida, e já não têm parte em nada do que se faz debaixo do sol.
Porque para aquele que está junto a todos os vivos há esperança (pois melhor é um cão vivo do que um leão morto).
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Os mortos nada sabem — e toda obra entra em juízo · Melhor o dia da morte — melhor um cão vivo
Afirmações relacionadas: 9:1-3 · 9:10 · 12:13-14
▸Evidência(3)
Porque para aquele que está junto a todos os vivos há esperança (pois melhor é um cão vivo do que um leão morto).
Porque os vivos sabem que vão morrer; mas os mortos não sabem coisa alguma, nem também tem mais recompensa; pois a lembrança deles já foi esquecida.
Limites: Cada cláusula está aqui delimitada ao que há debaixo do sol: ao mundo da paga, da memória e da porção que os vivos podem observar. Lê-lo como doutrina completa do que sucede após a morte vai além do que a frase diz, e o atlas mantém-no em tensão com 12:7 e 12:14 em vez de o resolver num sentido ou noutro.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Vai, come o teu pão com alegria e bebe o teu vinho com coração alegre, porque Deus já aceitou as tuas obras; sejam brancas as tuas vestes e não falte unguento sobre a tua cabeça; goza a vida com a mulher que amas todos os dias da tua vida fugaz.
Vai, come com alegria teu pão, e bebe com bom coração o teu vinho; pois Deus se agrada de tuas obras.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 2:24-26 · 5:18-20 · 11:7-8
▸Evidência(1)
Vai, come com alegria teu pão, e bebe com bom coração o teu vinho; pois Deus se agrada de tuas obras.
Limites: A instrução mais direta do livro, colocada logo depois do seu parágrafo mais sombrio — e emoldurada com linguagem própria de hevel: «os dias da tua futilidade».
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Tudo quanto vier à mão para fazer, faz conforme as tuas forças, porque no Sheol, para onde vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria.
Tudo quanto vier à tua mão para fazer, faze conforme as tuas forças; porque no mundo dos mortos, para onde tu vais, não há obra, nem planos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Os mortos nada sabem — e toda obra entra em juízo
Afirmações relacionadas: 9:4-6 · 11:1-2
▸Evidência
Limites: Uma razão para a urgência nesta vida; a afirmação sobre o Sheol descreve a ausência ali de trabalho e de planos, não um relato sistemático do estado dos mortos.
A corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos fortes, nem o pão dos sábios — tempo e ocasião chegam a todos, e ninguém conhece o seu tempo.
Voltei-me, e vi abaixo do sol, que a corrida não é dos velozes, nem dos guerreiros a batalha, nem dos sábios o pão, nem dos prudentes as riquezas, nem dos conhecedores o favor; mas que o tempo e a ocasião imprevista acontece a todos estes.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo
Afirmações relacionadas: 8:6-8 · 11:3-6
▸Evidência(1)
Voltei-me, e vi abaixo do sol, que a corrida não é dos velozes, nem dos guerreiros a batalha, nem dos sábios o pão, nem dos prudentes as riquezas, nem dos conhecedores o favor; mas que o tempo e a ocasião imprevista acontece a todos estes.
Limites: O que se afirma é que a competência não determina o desfecho, não que a competência não valha nada; 9:16–18 diz logo a seguir que a sabedoria é melhor do que a força.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Uma cidade pequena, um grande rei que a cerca, um homem pobre e sábio que a livrou com a sua sabedoria — e ninguém se lembrou daquele pobre; portanto a sabedoria é melhor do que a força, ainda que a sabedoria do pobre seja desprezada.
Também vi esta sabedoria abaixo do sol, que considerei grande:
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa · A sabedoria é melhor — e o sábio morre como o tolo
Afirmações relacionadas: 4:13-16 · 9:17-18
▸Evidência(1)
Então eu disse: Melhor é a sabedoria do que a força; ainda que a sabedoria do pobre tenha sido desprezada, e suas palavras não tenham sido ouvidas.
Limites: Ambas as metades são sustentadas: a sabedoria funcionou, e nada lhe rendeu. A história é oferecida como um caso, e não lhe é dado nome nem data.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
As palavras dos sábios ditas com sossego ouvem-se mais do que o clamor de quem governa entre tolos; melhor é a sabedoria do que as armas de guerra — mas um só pecador destrói muito bem.
As palavras dos sábios devem ser ouvidas em quietude, mais do que o grito daquele que domina sobre os tolos.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 7:11-12 · 10:1-3
▸Evidência
Limites: A vantagem é afirmada e logo delimitada no mesmo versículo.
As moscas mortas fazem feder o unguento do perfumista; assim, um pouco de tolice pesa mais do que a sabedoria e a honra, e ao tolo, enquanto vai pelo caminho, falta-lhe o senso e a todos diz que é tolo.
Assim como as moscas mortas fazem cheirar mal do óleo do perfumador, assim também um pouco de tolice se sobrepõe à sabedoria e honra.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 9:17-18 · 10:12-15
▸Evidência
Limites: Uma imagem sobre a assimetria — um dano pequeno numa coisa boa — e não a afirmação de que a sabedoria seja frágil em todos os aspetos.
Se o ânimo de quem governa se levantar contra ti, não deixes o teu lugar; há um mal que ele viu debaixo do sol, um erro vindo do governante: a tolice posta em grandes alturas, servos a cavalo e príncipes a andar a pé.
Se o espírito de um chefe se levantar contra ti, não deixes teu lugar, porque a calma aquieta grandes ofensas.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Afirmações relacionadas: 8:1-5 · 10:16-20
▸Evidência
Limites: A inversão descrita é apresentada como uma desordem observada, não como um programa social.
Quem cava uma cova pode cair nela e quem rompe o muro pode ser mordido; se o ferro está embotado e o corte não foi afiado, é preciso mais força — mas a sabedoria é proveitosa para dirigir.
Quem cavar uma cova, nela cairá; e quem romper um muro, uma cobra o morderá.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Em tensão com: Não há proveito debaixo do sol — e a sabedoria é proveitosa
Afirmações relacionadas: 7:11-12 · 9:11-12
▸Evidência(1)
Se o ferro está embotado, e não afiar o corte, então deve se pôr mais forças; mas a sabedoria é proveitosa para se ter sucesso.
Limites: Uma série de sentenças sobre o risco e a técnica; a afirmação sobre a sabedoria usa o mesmo vocabulário de proveito ao qual o livro negou excedente debaixo do sol.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
As palavras da boca do sábio são cheias de graça, mas os lábios do tolo devoram-no a ele mesmo; o tolo multiplica palavras e ninguém sabe o que há de ser — e o trabalho dos tolos cansa-os, porque não sabem por onde ir à cidade.
As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Afirmações relacionadas: 10:1-3 · 6:10-12
▸Evidência
Limites: Sentenças sobre a fala e a desorientação, sem aplicação enunciada.
Ai de ti, terra, quando o teu rei é um menino e os teus príncipes banqueteiam de manhã! Bem-aventurada tu, terra, quando o teu rei é filho de nobres e os teus príncipes comem a horas; e não amaldiçoes o rei nem sequer no teu pensamento.
Ai de ti, ó terra cujo rei é um menino, e cujos príncipes comem pela madrugada!
Modo: A morte, o acaso e o valor da sabedoria
Afirmações relacionadas: 8:1-5 · 10:4-7
▸Evidência
Limites: Cautela política prática, que fecha com a observação de que a palavra viaja; nenhuma teoria do governo é oferecida.
Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás; reparte com sete, e ainda com oito, porque não sabes que mal virá sobre a terra.
Lança teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias tu o encontrarás.
Modo: O risco, a juventude e o falhar do corpo
Afirmações relacionadas: 11:3-6 · 9:10
▸Evidência
Limites: Se isto aconselha generosidade, comércio marítimo ou diversificação do risco é discutido, e a razão dada — não saber — é a mesma em qualquer dos casos.
Quem observa o vento não semeará, e quem olha para as nuvens não ceifará; como não sabes qual é o caminho do espírito nem como crescem os ossos no ventre, assim ignoras a obra de Deus — semeia de manhã e à tarde não retires a tua mão.
Se as nuvens estiverem cheias, há chuva sobre a terra; e se a árvore cair, seja para ou sul ou seja para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ela ficará.
Modo: O risco, a juventude e o falhar do corpo
Em tensão com: Vale a pena ter sabedoria — e ela não alcança a obra de Deus
Afirmações relacionadas: 8:16-17 · 3:10-11 · 9:11-12
▸Evidência(1)
Assim como tu não sabes qual é o caminho do vento, nem como se formam os ossos do feto no ventre da grávida, assim também tu não sabes a obra de Deus, que faz todas as coisas.
Limites: O conselho de agir funda-se na ignorância e não na confiança, e é por isso que o atlas o trata como contrapeso e não como resolução.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Doce é a luz e agradável aos olhos ver o sol; se o homem viver muitos anos, alegre-se em todos eles — e lembre-se dos dias de trevas, porque serão muitos.
Certamente a luz é agradável, e ver o sol é bom para os olhos.
Modo: O risco, a juventude e o falhar do corpo
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 9:7-9 · 11:9-10 · 12:1-7
▸Evidência
Limites: Alegrar-se e lembrar-se são mandados na mesma frase; a passagem não oferece um como compensação do outro.
Alegra-te, jovem, na tua juventude, anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos — e sabe que por todas estas coisas Deus te trará a juízo; tira do teu coração o desgosto, porque a adolescência e a juventude são hevel.
Alegra-te, rapaz, em tua juventude; e agrada o teu coração nos dias de tua juventude; e anda pelos caminhos do teu coração, e na vista de teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas, Deus te trará a julgamento.
Modo: O risco, a juventude e o falhar do corpo
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa · Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 12:1-7 · 12:13-14 · 9:7-9
▸Evidência(1)
Alegra-te, rapaz, em tua juventude; e agrada o teu coração nos dias de tua juventude; e anda pelos caminhos do teu coração, e na vista de teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas, Deus te trará a julgamento.
Limites: A permissão e a cláusula do juízo estão no mesmo versículo. Ler qualquer das metades sem a outra produz um Coélet que o texto não contém.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Lembra-te do teu Criador nos dias da tua juventude, antes que venham os dias maus — o falhar da luz, das mãos, dos moedores e das janelas, o medo no caminho, a taça quebrada e o pó que volta, e o espírito que volta a Deus que o deu.
Portanto lembra-te de teu Criador nos dias de tua juventude, antes que venham os dias ruins, e cheguem os anos, dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Modo: O risco, a juventude e o falhar do corpo
Em tensão com: Quem sabe se o espírito sobe — e o espírito volta a Deus
Afirmações relacionadas: 11:9-10 · 3:18-21 · 9:4-6
▸Evidência(2)
E o pó volte à terra, assim como era; e o espírito volte a Deus, que o deu.
Limites: Até que ponto as imagens são uma alegoria do envelhecer e até que ponto são o quadro de uma casa ou de uma aldeia em decadência é discutido; a afirmação final sobre o espírito é enunciada sem rodeios e não é explicada.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Eclesiastes 12:8Narrador da molduraComentário da molduraTexto bíblicoConfiança alta A voz da moldura fecha como abriu: vapor de vapores, diz Coélet; tudo é vapor.
Futilidade das futilidades! - diz o pregador - Tudo é futilidade.
Modo: O lema volta
Em tensão com: Tudo é hevel — por isso come o teu pão com alegria
Afirmações relacionadas: 1:2
▸Evidência(1)
Limites: Uma inclusão com 1:2 pelo narrador da moldura, e se pertence ao corpo do livro ou ao epílogo está em disputa.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Outra voz relata que Coélet, além de sábio, continuou a ensinar conhecimento ao povo, pesou, investigou e compôs muitos provérbios, procurou palavras agradáveis, e que o que foi escrito era reto — palavras de verdade.
Além do Pregador ter sido sábio, ele também ensinou conhecimento ao povo. Ele ouviu, investigou e pôs em ordem muitos provérbios.
Modo: O epílogo
Afirmações relacionadas: 1:1 · 12:11 · 12:13-14
▸Evidência(2)
O Pregador procurou achar palavras agradáveis, e escreveu coisas corretas, palavras de verdade.
Limites: É a avaliação que outro faz de Coélet. Elogia o seu trabalho; não afirma que cada uma das suas frases seja a posição final do livro.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
As palavras dos sábios são como aguilhões e como pregos fixados pelos mestres das assembleias, dados por um pastor.
As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações, que foram dadas pelo único Pastor.
Modo: O epílogo
Afirmações relacionadas: 12:9-10 · 12:12
▸Evidência(1)
Limites: Quem é o pastor, e se a imagem elogia as palavras ou adverte quanto ao seu gume, são duas questões discutidas.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.
Fica avisado: não há fim de fazer muitos livros, e o muito estudo é cansaço da carne.
Além destas coisas, filho meu, tem cuidado; fazer muitos livros é algo que não tem fim; e estudar muito cansa a carne.
Modo: O epílogo
Afirmações relacionadas: 12:11 · 12:13-14
▸Evidência
Limites: O alvo da advertência — o livro de Coélet, outros livros, ou o excesso erudito em geral — não é enunciado.
O fim de todo o assunto ouvido é este: teme a Deus e guarda os seus mandamentos, porque isto é o tudo do homem — e Deus trará toda obra a juízo, juntamente com toda coisa encoberta, seja boa ou seja má.
De tudo o que foi ouvido, a conclusão é: teme a Deus, e guarda os mandamentos dele; porque isto é o dever de todo homem.
Modo: O epílogo
Em tensão com: Deus julgará — e a sentença não se executa depressa · Os mortos nada sabem — e toda obra entra em juízo · Teme a Deus e guarda os seus mandamentos — não sejas demasiado justo
Afirmações relacionadas: 3:16-17 · 11:9-10 · 9:4-6 · 12:8
▸Evidência(3)
De tudo o que foi ouvido, a conclusão é: teme a Deus, e guarda os mandamentos dele; porque isto é o dever de todo homem.
Porque Deus trará a julgamento toda obra, até mesmo tudo o que está encoberto, seja bom ou mal.
Limites: Se isto resume Coélet, o emoldura, o qualifica ou o corrige está realmente em aberto, e o atlas apresenta-o como palavra do epílogo e não do próprio Coélet.
As citações vêm da tradução atribuída a este idioma, e nunca são substituídas por outra língua.